sexta-feira, 9 de março de 2012

Curiosidade | Envie e receba cartões postais de todo o mundo!


Já pensou que legal seria receber cartões postais da China, da Itália, da Ucrânia, da Bielorrúsia, do Uzbequistão, do Camarão e de outros 197 países? Foi pensando nisso que o engenheiro de sistemas Paulo Magalhães desenvolveu uma plataforma na web que conecta pessoas interessadas em trocar experiências através dos cartões postais. O Postcrossing, como é chamado, tem mais de 300 mil adeptos em todo o mundo – um número que não para de crescer.
Se o total de usuários já é bem representativo, mais surpreendente ainda são as estatísticas dos cartões postais enviados: aproximadamente 10,6 milhões de cartões já foram trocados entre os membros. Além disso, pouco mais de 376 mil cartões estão a caminho do seu destino no dia de hoje. As estatísticas, atualizadas com frequência, estão disponíveis no site do projeto. (Não se assuste se, quando você for conferir, os números estiverem ainda maiores!)


Ficou curioso para saber como funciona? Veja como é fácil:
Primeiro você se cadastra no site. Além das informações básicas (nome de usuário, senha, e-mail) também será solicitado seu endereço para que os outros usuários do site possam enviar cartões postais para você. Após o preenchimento dos dados, uma confirmação será enviada para o e-mail cadastrado.
Em seguida, é possível preencher seu perfil com informações adicionais e solicitar o endereço de um usuário aleatório (que pode ser de qualquer lugar do mundo!) para enviar seu primeiro cartão postal. O sistema faz essa escolha automaticamente e fornece o endereço e o link para o perfil do usuário selecionado, assim você pode ver as informações pessoais que a pessoa disponibilizar no site. Também é fornecido um código de números e letras, que você deverá anotar no cartão postal que for enviar. Dessa forma, ao receber o cartão, o outro usuário poderá cadastrar o recebimento no site.
Quando isso for feito, você será automaticamente incluído como um dos usuários interessados em receber cartões postais. E aí prepare-se: em breve você também receberá um cartão postal! De que país? Isso você só saberá ao receber!

            Gostou da ideia? Entre no site e dê uma olhada no que acontece por lá!
            Se você já faz parte do projeto ou conhece uma iniciativa semelhante, conte sua experiência para a gente!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Programa de Imigração para profissionais qualificados na Austrália | Saiba mais sobre o General Skilled Migration


Buscar um futuro melhor em outro país: há anos essa ideia está presente na cabeça de muitos brasileiros. Durante um intercâmbio, alguns acabam conseguindo o patrocínio de uma empresa que queira contratá-los e ajudá-los a conseguir um visto de trabalho; outros são contratados já no Brasil para trabalhar fora. Mas existem também os programas de Imigração específicos para pessoas qualificadas oferecidos por alguns países, como a Austrália.
O programa australiano General Skilled Migration (GSM), é voltado para profissionais que tem habilidades em determinadas ocupações, ou profissões em demanda, como são normalmente chamadas.
Os requerimentos básicos para este processo são:
- Possuir uma qualificação em uma das profissões da lista do Departament of Immigration and Citizenship (Skilled Occupation List), disponível neste link;
- Ter nível avançado de inglês comprovado pelo exame de proficiência IELTS;
- Ter no mínimo um ano de experiência de trabalho recente na área depois de formado.
O Departamento criou um sistema no qual o interessado deve atingir uma pontuação mínima nestes quesitos acima e ainda faixa etária, estudos na Austrália e outros.

Muita paciência é necessária, tendo em vista que é um processo bastante burocrático e lento. Caso tenha a pontuação mínima, a próxima etapa é o reconhecimento da profissão (Skills Assessment), na qual uma organização específica vai avaliar se sua qualificação está de acordo com os padrões australianos.
Alguns interessados preferem reunir a documentação por conta própria, mas por ser um processo que envolve muitos detalhes e etapas, uma opção bacana é procurar a ajuda de agentes de Imigração. Os custos com o processo envolvem o Skills Assessment, a taxa do Departamento de Imigração, Agente de Imigração, traduções juramentadas, autenticações de documentos, envio de documentação para a Austrália, entre outros.
Mais informações aqui

Fontes:
* Department of Immigration and Citizenship
* Michel Poll Sulzbach | Diretor da Bravo Migration

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Intercâmbio: abrindo portas para o mercado de trabalho

Aprender é a palavra de ordem no mundo profissional. Em um mercado cada vez mais competitivo, os profissionais precisam buscar diferenciais para se sobressair em processos seletivos. Pequenas e grandes empresas buscam indivíduos com mais que um perfil acadêmico impecável. Características pessoais, como maturidade, responsabilidade e coragem para se arriscar e inovar, são cada vez mais avaliadas pelos recrutadores, levando os jovens a buscarem oportunidades de desenvolver essas habilidades.

Para muitos, o intercâmbio é uma boa alternativa. Independentemente do país, do curso e da duração, viver distante de casa em uma cultura diferente traz um grande crescimento. “No intercâmbio aprendi a ter mais coragem de enfrentar situações desconhecidas, a conviver com as diferenças culturais, que não são poucas, a ter mais controle dos meus horários e das tarefas diárias, além de aprender a valorizar todos os tipos de empregos que existem. Ganhei uma maturidade muito rápida com tudo isso”, diz Priscilla Langowski, 26 anos, publicitária com especializações em comunicação empresarial e marketing.

Priscilla Langowski | Sydney - Austrália
No ano passado, Priscilla estudou e trabalhou 7 meses na Austrália e em pouco mais de dois meses após a volta do intercâmbio, encontrou uma nova colocação no mercado. Trabalhando na área de Marketing da PUC-PR, ela acredita que essa experiência a destacou de outros candidatos. “As entrevistadoras perguntaram bastante sobre o intercâmbio. De acordo com a responsável pelo RH, os concorrentes eram muito bons, alguns até com mais experiência profissional do que eu, mas o intercâmbio foi um grande diferencial no meu currículo”, comenta.

Priscilla explica que sempre quis conhecer uma cultura diferente e que foi amadurecendo a ideia aos poucos. “Queria provar para mim mesma que poderia sobreviver sozinha”, diz. Mas o lado profissional também pesou na hora da escolha. “Sempre observei que os profissionais, além de se especializarem em suas áreas, deveriam ter mais de um idioma no currículo, por exigência do mercado cada vez mais acirrado. Pela concorrência ser grande, senti o ‘peso’ dessa exigência”.

Depois do intercâmbio, ela se diz mais preparada para enfrentar desafios pessoais e profissionais. “Eu era uma pessoa muito insegura em tudo. Hoje, eu posso dizer que esse meu ponto fraco está sendo mais bem trabalhado. Senti que todo o sacrifício de largar emprego, família e amigos tinha valido a pena”.

Dificuldades:
Priscilla aponta a saudade da família e a barreira do idioma como um dos principais desafios a serem vencidos. E completa: “outra dificuldade foi trabalhar em empregos que no Brasil eu nunca tinha pensado em trabalhar. É muito difícil não trabalhar na profissão que você decidiu seguir e que ama, mas, por outro lado, a gente tem consciência de que é uma situação provisória, para se manter financeiramente. Por consequência, acabamos valorizando e amadurecendo mais com essas situações”.

Priscilla Langowski | Sydney - Austrália
Dica da Priscilla:
“Se você tem uma vontade muito grande e tem certeza que você quer fazer um intercâmbio, faça acontecer! Foque no seu objetivo, pesquise informações sobre o país e sobre a cidade que gostaria de ir, converse com quem já teve a experiência e procure uma agência que te dê todo o suporte necessário para que sua viagem lhe proporcione uma das melhores experiências da sua vida!”

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Escolas | Voluntariado: aliando crescimento pessoal e desenvolvimento comunitário

Para que uma experiência de intercâmbio seja a mais completa possível, a escolha da instituição de ensino deve receber atenção especial. Mais do que procurar uma escola de qualidade, vale a pena pesquisar instituições com propostas e valores semelhantes aos seus.

No início de janeiro publicamos algumas informações sobre a escola YMCA e seus diferenciais. Agora você pode conhecer também a International House Cape Town, escola que faz parte do grupo International House World Organisation, composto por 150 escolas de idiomas em várias cidades de 50 países do mundo. Além de oferecer diversas opções de cursos de inglês, incluindo inglês para negócios e preparatórios para exames, a IH Cape Town tem também opções de inglês + voluntariado.

International House Cape Town
Diferencial
Os programas de voluntariado da IH são realizados em parceria com o projeto you2africa. São destinados a quem busca não só aprender uma nova língua, mas também participar de uma variada gama de projetos sociais e ambientais e gerar impacto nas comunidades.
Na África do Sul, voluntários são sempre bem-vindos, e o programa de inglês + voluntariado tem se tornado cada vez mais popular. A proposta é levar uma experiência única para os estudantes, aliando crescimento pessoal com o desenvolvimento da comunidade.

Programas de voluntariado
Os programas são divididos em três categorias:
Humanitários – Educação e cuidado infantil
Vida selvagem – Preservação de espécies ameaçadas de extinção
Conservação da natureza – Fazendas orgânicas e preservação ambiental

Localização
A IH Cape Town está localizada em um dos principais subúrbios de Cape Town, na África do Sul e proporciona aos estudantes a oportunidade de explorar várias atrações turísticas, socializar com outros estudantes e imergir na cultura local.

Cape Town - África do Sul

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Depoimento | “Em Auckland entendi na prática o sentido de qualidade de vida!”

Por Geovana Kazue – Auckland, Nova Zelândia – Escola LSI
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Não sei bem ao certo porque escolhi a Nova Zelândia. Vi algumas fotos e alguns sites e tive a certeza de que era esse o lugar que queria conhecer!


 
Fiquei em Auckland, e descobri o que é uma cidade de primeiro mundo e também consegui entender na prática o sentido da palavra qualidade de vida! Lá tudo é maravilhoso, muito organizado, limpo e as pessoas são muito receptivas. Infelizmente fiquei apenas um mês, e tinha aulas durante o dia inteiro, mas como só escurece por voltas das 21h, ainda sobrava muito tempo para conhecer boa parte deste lugar maravilhoso.
 

 

Todo o final de semana eu viajava após a última aula de sexta e assim pude conhecer algumas cidades como Bay of Island, Rotorua, Taupo, Waitomo, Cape Reinga e também tive a oportunidade de ir para a Ilha do Sul e conhecer Queenstown e Milford Sound. São lugares indescritíveis e todos deveriam conhecer!
 



Em minha opinião, quem vai para Nova Zelândia tem que ir obrigatoriamente para a ilha do Sul, pois as belezas naturais são surpreendentes! Recomendo também não deixar de visitar a vila Maori e conhecer essa cultura interessantíssima, bem como ir para Cape Reinga e visitar a praia de 90 milhas, o mirante e ver a união do mar da Tasmânia com o Oceano Pacífico. É uma vista incrível!

 

 A escola em que estudei é a LSI. É excelente, com professores maravilhosos e aulas dinâmicas o que facilita e muito o aprendizado! Lá pude conhecer pessoas de todo o mundo e fazer grandes amizades com pessoas incríveis e ter contato com diferentes culturas ao mesmo tempo.
 




Nesse período, fiquei em um hostel (City Lodge) e da minha janela podia ver claramente a Sky Tower, uma das principais atrações de Auckland. A localização era perfeita, a apenas cinco minutos da escola e bem perto da Queen, a principal rua da cidade.
 
A única coisa com a qual não me acostumei foi com a comida, pois como fiquei próximo do centro havia muitos restaurantes asiáticos, tudo com muito tempero e pimenta. Para que gosta desse tipo de comida, é um prato cheio. A comida regional de lá é o Fish'n'Chips (batata frita com peixe), mas tem muito óleo, por isso também não gostei muito.
 

Com certeza essa foi a melhor experiência da minha vida! Como fui sozinha, tive que pesquisar com muitas empresas em relação ao preço e também ao principal: o suporte! Nessa procura demorei cerca de uns três meses para escolher a agência e através de uma amiga minha tive a indicação da Kirra Intercâmbios. A empresa foi ótima, fornecendo pronto retorno em todos os meus e-mails e esclarecendo todas as minhas dúvidas! Já estou até programando minha próxima viagem!